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Páscoa – A Cruz é um lugar de Esperança ao que crê

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Na sexta-feira de Páscoa Jesus caminhava com a sua cruz rumo ao Gólgota (chamado Caveira). Após ser sentenciado à morte de cruz a pedido do povo e consentido por Pilatos, que por vezes afirmou não achar em Jesus culpa alguma digna de morte. 

Ainda assim, motivado por suas próprias intenções, seja pelo temor dos homens, pelo espírito político ou falta de perspectiva celestial, Pôncio Pilatos lavou suas mãos e declarou a sentença de morte a Cristo. Escolha feita.

O povo seguia. Os sacerdotes e mestrados seguiam. Os seguidores de Cristo seguiam. Os soldados seguiam. Barrabás, um assassino malfeitor fora solto em lugar de Jesus, seguia. Cada um seguia conforme sua escolha de perspectiva.

Jesus é pregado na cruz ao lado de dois homens. Os dois ladrões foram sentenciados à morte no mesmo dia que Ele, um estava numa cruz à sua esquerda, o outro à sua direita. Cada um pregado em sua cruz.

O povo zombava de que Jesus salvasse a si mesmo. Os soldados zombavam e humilhavam-O, rasgando suas vestes, dividindo-as entre si com sortes e expondo a intimidade dEle. Os sacerdotes e mestrados se orgulhavam, tripudiando sobre Ele. Todos zombavam, humilhavam-No e alegavam que Ele não poderia salvar a si mesmo.

Mas a versão de Lucas 23 dessa passagem mostra uma conversa que se torna um convite a todos os que crêem:

“E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”.  – Lucas 23:39-43 ARA

A cruz é um lugar de Esperança para quem escolhe crer. Todos nós, independente de quão fiéis sejamos à Deus, quão íntegros buscamos viver. Independente de quanto cumprimos diariamente nossa leitura devocional e vida de oração, se exercemos boas obras de justiça ao próximo e servimos à Igreja. Todos nós em algum ponto somos como aqueles dois ladrões à direita e à esquerda do Cristo, o Salvador do mundo, naquela cruz do Calvário. Todos pecamos e fomos destituídos da glória de Deus (Romanos 3.4).

Assim como o povo, assim como Pilatos, os soldados e um daqueles ladrões, nós podemos observar o cenário terreno e julgar que o caminho é de morte. Podemos zombar ou questionar a Deus. Ele afirma ser Deus e não pode salvar-nos? Como pode ver tudo o que está acontecendo e não fazer nada? Aonde está Deus enquanto eu vivo essa dor?

A Páscoa é um lembrete mas também um convite: se reconhecermos quem está ali ao  lado, ainda que a situação pareça o fim, Jesus continua sendo a promessa de Esperança. Aquele ladrão faz um pedido e uma afirmação: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. Declaração pública de reconhecimento de Jesus como Senhor e Rei. Ele creu e naqueles últimos segundos de vida terrena toda a sua eternidade foi mudada: “Ainda hoje estará comigo no Paraíso” – Lucas 23.43. 

Que nossa escolha diária seja lembrar quem está conosco. Lembrar que é Jesus quem já venceu a morte. Que nossos olhos sejam alinhados com a realidade celestial, que reconheçamos o Cordeiro ressurreto entregue em nosso lugar, o Leão vitorioso de Judá que venceu a morte. O Filho Deus, o Unigênito que rompeu o véu, nos devolveu o acesso ao nosso Pai, como fomos criados para ter lá no Éden. 

A cruz de Jesus é um convite para que nossa perspectiva e escolha seja trocada e nosso espírito alinhado ao seu, para que possamos declarar ao mundo que existe um reino e esse reino tem o Rei dos reis que é a luz do mundo!

A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. – João 1:4,5 ARA

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